Meu diário de bordo

sábado, 1 de dezembro de 2012

Valsa



Pés alados fora do compasso
Na dança das horas mortas
Se verga no atraso do meu passo
Passeia nas linhas tortas

Rodopio na valsa com graça
Tropeço, engasgo no seu abraço
Você ri, não importa o que eu faça
E eu valso pelo seu braço

Pés alados para o infinito
No aconchego dessa dança
Seu amor tão aflito
Me envolve e descansa

3 comentários:

Flavio Arruda disse...

Belíssima poesia. Como sempre acontece quando crias.

Flavio Arruda disse...

Belíssima poesia. Como tudo o que crias. Parabéns!

Angélica Almstadter disse...

Obrigada pela visita e comentário, bom saber que ainda gosta das minhas letrinhas.
bju